Monday, July 27, 2026

O Apagão da Justiça no Voo PS752 e o Fim Moral de uma Nação


Imagine que sua esposa e filho de dez anos vão no seu país de origem visitar a família que ficou para trás. O voo era o PS752, em um Boeing 737-800, operado pela companhia aérea Ukraine International Airlines. A rota era saindo de Teerã no Irã, com escala em Kiev na Ucrânia e chegada em Toronto e Vancouver, no Canadá. A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã atingiu a aeronave com mísseis, derrubando-a e matando 176 pessoas a bordo, dentre elas 55 canadenses e 30 residentes permanentes, além de outros que moravam aqui, chegando ao número de 138 pessoas com fortes ligações com o Canadá. Antes que algum apressado diga "mas o que foi fazer lá sabendo da guerra?", a guerra só começou em 24 de fevereiro de 2022. A derrubada do avião foi em 8 de janeiro de 2020. O Irã inicialmente negou envolvimento, mas não teve como negar após curta apuração e disse que abateu a aeronave por engano. Um empresário da província de Ontário que perdeu esposa e filho hoje luta por justiça.

Essa busca por respostas, no entanto, colidiu de frente com a escuridão do poder estabelecido. Documentos recentemente tornados públicos revelaram que a Polícia Montada do Canadá (RCMP) engavetou a investigação criminal doméstica pouquíssimos dias após o Primeiro-Ministro Justin Trudeau se encontrar às escondidas com o ministro das Relações Exteriores do regime iraniano, Javad Zarif, na Alemanha. Para agravar o quadro de descalabro, o órgão de fiscalização de inteligência descobriu que a polícia federal nem sequer possui registros formais que justifiquem por que o caso foi abandonado. A verdade e a memória das vítimas foram sumariamente rifadas no balcão de negócios da diplomacia internacional.

Os métodos dos globalistas são os mesmos e não escondem de ninguém. O menino de Klaus Schwab no Canadá faz direitinho o dever de casa. Sob o pretexto de uma suposta virtude e da agenda globalista, o que se vê na prática é o desmonte progressivo da soberania, o apaziguamento de regimes hostis e a completa insensibilidade perante o sofrimento de cidadãos comuns que esperavam que o Estado cumprisse seu papel mais elementar: proteger os seus.

O Canadá como país começou seu fim em 2015. A chegada dessa agenda ao poder sob o comando de Justin Trudeau marcou o início de um processo de erosão moral, institucional e econômica sem precedentes. O engavetamento da investigação do voo PS752 é apenas um sintoma doloroso de um organismo estatal que apodreceu por dentro, trocando a justiça inflexível pelo cálculo político e pela submissão aos ditames de Davos.

Esse colapso ético e espiritual não é mero acaso. As escrituras e os alertas proféticos nos ensinaram que os últimos dias seriam marcados pela multiplicação da iniquidade, pelo esfriamento do amor e pela ascensão de governantes que operam sob uma névoa de engano. A omissão diante do sangue inocente derramado no céu de Teerã é mais uma nota de advertência no relógio da história humana.

Daqui para frente, só Deus pra mudar o curso da história. As instituições humanas falharam, a grande mídia silenciou e o poder político entregou o país à agenda global. Enquanto os governantes deste mundo acreditam que podem selar acordos na escuridão e varrer suas omissões para debaixo do tapete, os atentos observam os sinais dos tempos, sabendo que a hora do julgamento final se aproxima e que nenhuma injustiça permanecerá oculta para sempre.

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